Inspirado no post "Adaptações e Concessões" da Val (http://www.qualquerpeso.blogspot.com/)
Não importa se você mora perto ou longe de mim, ou de que canto do país que você é. Não importa se faz Meta Real ou não...mas se está gordinho, FATALMENTE vai se achar entre estas linhas assim como eu me achei nas linhas da Val. Ela falava sobre um texto que leu em outro blog de uma menina que faz Meta Real tem um mês e que está achando o método "difícil" e por isso vai fazer as suas adaptações pra facilitar...e a Val arrasou na "bronquinha" rsrsrsrs. Óbvio que assim como a Val se achou no texto da menina eu me achei no texto da Val e por aí vai...não vou citar o outro blog, porque não acompanho a menina e não sei se ela gostaria, mas eu fui lá e li todo texto dela e me achei por lá também...
O gordinho, sempre tem uma desculpa perfeita para não seguir o método que ele escolheu pra emagrecer. Ora é a dificuldade em contar os pontos, ora é comer só 3 vezes ao dia, hora é não achar o ingrediente do cardápio pronto e por aí vai. Acredito no seguinte, temos à nossa disposição uma infinidade de métodos disponíveis para emagrecer. Se escolhemos um, é porque estamos acreditando que ele funcione. Agora, um método é um manual de instruções e deve sim ser seguido RI-GO-RO-SA-MEN-TE por que se não, o resultado não vai ser bom, experiência própria. "Quando fazemos as coisas pela metade, obtemos resultados pela metade" Mas aí para esta questão, encontrei na Meta Real a preciosa resposta (e não sei se existe outro método que afirme isso): "Todos nós, sem excessão, temos uma segunda intenção inconsciente para nos manter gordinhos e quando começamos a emagrecer o nosso inconsciente entra em ação exatamente pra impedir que a gordura saia" E já falei muito sobre isso, apelidando a minha gordura de "casacão".
Depois, vem uma outra questão que eu acho crucial: O gordinho se importa mais com o outro que com ele mesmo. Óbvio que estar gordinho é o O, mas aqui, o que incomoda mais é se olhar no espelho ou alguém dizer assim: "Tá gordinho hein!!!" pra mim sempre foram os comentários...assim como para a maioria dos gordinhos...e na hora que alguém oferece uma comida e a gente nem com fome está?? Poxa, mas se eu não comer ela vai ficar chateada, afinal, fez com tanto carinho...e lá vai a comida estômago a dentro e gordura à fora...e na hora que resolvemos nos respeitar, comer equilibrado, balanceado e até a saciedade sem ver televisão ou ouvir rádio porque distrái??? SEMPRE vai aparecer alguém pra dizer: "Vai emagrecer comendo isso tudo?", " Por isso que tá gorda!", "Depois que começou esse tal Meta Real virou uma nojenta", "Mas se você não comer eu vou ficar chateada!", "Fiz com tanto carinho", "Ah, que saco essa coisa de hora pra comer!", "Anda menina, vambora, que lerdeza pra comer!", "Ah, me poupe, até o rádio tem que desligar?" E sabe o que a gente deve fazer com tudo isso?? Ouvir e deixar ir...sem processar a informação!!! Agora que já leu todas essa buzinações tão normais na vida de um gordinho, pare e pense comigo...quem fala todas estas frase aí de cima, por acaso não são AS MESMAS pessoas que vivem dizendo a você que precisa emagrecer? Ora, ora eu APOSTO QUE SIM!!! E não por isso, mas sim pelo simples fato de que eu sou a pessoa mais importante do mundo é que a decisão de me respeitar deve sim prevalecer tudo isso aí e se alguém ficar chateado, me perdoem a expressão, hora de ligar o botão do f***-** !!!! Não devemos ter vergonha de demorar pra comer, devemos ter vergonha de comer rápido sem sentir o prazer e a satifação e acabar comendo mais e consequentemente engordando mais...nossa, como eu faço isso!!! Mas hoje percebi mais um erro e já estou traçando estratégias para corrigí-lo!!!
O gordinho vive num eterno movimento de "adaptar e conceder" e isso exatamente o que lhe garante os quilos a mais!!! Experimente uma semana sem adaptar nada, sem conceder nada e veja só os resultados!!! Eu qundo sigo rigorosamente tudinho emagreço 1,5 à 2,0 kg na semana...quando faço alguma adaptação ou conecessão, o resultado varia de 0,100 gr à 1,0kg no máximo e isso quando não mantendo o peso, ou pior, engordo!!! "QUANDO FAZEMOS AS COISAS PELA METADE OBTEMOS RESULTADOS PELA METADE"
Domingo, dia perfeito pra esse post...semana começando...vamos lá, não importa o método, mas que seja sem adaptar e sem conceder, a gente vai longe!!!!
Beijos meninas
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Meias vermelhas...

Quando estes pensamentos me vieram à tona, o blog estava, sabe Deus porque, fora do ar e eu tratei de escrever correndo no Word pois quero compartilhar cada um deles com vocês. Sabem, desde que cresci um pouquinho e ganhei autorização para freqüentar a cozinha de casa me identifiquei por demais com este espaço. Não sou filha de cozinheira e embora minha mãe cozinhe bem, não o faz com o mesmo prazer que eu. Eu AMO cozinhar. Cheguei até mesmo a pensar em estudar gastronomia, ser uma chefe, ter a “minha cozinha” , mas sei lá porque deixei este sonho adormecer. Mas o amor pela arte de cozinhar não. E todos os meus amigos sabem disto. Meus pratos, sejam eles mais elaborados ou não sempre fazem sucesso. Estava aqui agora, lendo o presente que ganhei de meu namorado de natal, um livro de receitas das mais variadas que eu amei. Ele me disse que pensou em comprar um livro de saladas mas como eu já tenho um ele achou melhor me dar um que tenha de tudo e ganhei um exemplar do “Mais você dez anos – de Ana Maria Braga” dei uma boa folheada e em meio as receitas, estão histórias de vida e de trabalho desta apresentadora que tem a minha admiração. E no meio desta boa olhada no livro, e nas histórias que traz, achei justificada a minha “paixão” pela culinária e me dei conta disto quando me peguei tentando escolher uma das receitas para prepara ainda hoje e através dela, entregar o meu carinho na ceia de natal. Seria o máximo, além de saborosa, uma receita nova preparada com o auxílio de um presente que ganhei de natal...ops, caiu a ficha! Fui acostumada a receber carinho em forma de comida, sentir o carinho através dos sabores de macarrões, sopas, chocolates, picolés, balas ...e agora estou aqui pensando em cozinhar algo para que as pessoas percebam com as papilas gustativas o quanto eu gosto delas...
Óbvio que não vou deixar de gostar de cozinhar e tão pouco jogar meu livro de saladas ou este que acabo de ganhar no lixo, apenas vou tentar ter um novo olhar sobre o ato de cozinhar. Vou continuar gostando de cozinhar sim, mas não com o intuito de oferecer carinho, mas com o prazer pela alquimia da cozinha e para meus convidados, apenas o prazer de saborear aquilo que eu preparar. O carinho é melhor entregar sobre a forma de palavras, abraços, beijos, etc.
Como meta para emagrecer no natal, tenho conseguido me comportar bem. Ontem tive aulão de natal na academia e em meio à musses de maracujá, pavês de chocolate, rabanadas, pães de queijo, quiches, salgadinhos, patês e uma lista imensa de guloseimas, escolhi comer do sanduiche que eu mesma levei que foi feito com molho à base de mostarda e orégano com um pouco de azeite extra virgem, queijo prato ligth e mortadela defumada ligth junto com tomate e alface e azeitona verde decorando. Somados aos dois pedações de sanduiche (mais ou menos meio pão francês) um pequeno pão de queijo e uma rabanada com dois copos de coca cola zero. Embora não tenha observado tanto a mastigação e tenha comido depressa demais, consegui observar a saciedade,até porque a impus ao meu corpo e minha mente tão logo os dois pedaços de sanduiche, a rabanada e o pão de queijo tenham chegado ao estômago. Participei do social sem comer e me despedi sem lamentar estar deixando a comida pra trás. Saí com meu namorado e à noite cometi um pecadinho: embora na hora da fome física, acabei comendo um pouco à mais de chocotone, mas como foi na fome física tudo mais ou menos certo. Mas assim que acabei de comer, vi que tinha comido demais e sei que fiz isso porque não dei atenção à mastigação, esse é todo o segredo!!!
Não sei se vou conseguir postar à tempo, de qualquer forma, desejo que todas vocês tenham um felicíssimo natal e uma ceia vitoriosa, onde possamos ser donas de nossas escolhas e desejos!
Termino a postagem de hoje, com uma mensagem que está no livro que ganhei. Foi a primeira das muitas mensagens que foram lidas pela Ana Maria Braga nos 10 anos de “Mais você” e justamente por isto, está no livro. Talvez eu tenha interpretado errado, mas como diz Mário Quintana: “quando se pergunta o que o autor quis dizer, ou o autor ou o leitor são burros”, usei minha inteligência:
O menino das meias vermelhas – Heitor Cony
Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito, mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa. Os outros guris zombavam dele, implicando com as meias vermelhas que ele usava.
Um dia, perguntaram por que o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas. Ele contou com simplicidade:
- No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim estas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia rir de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que, se eu me perdesse, bastaria ela olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela.
Os garotos retrucaram:
- Você não está num circo! Por que não tira essas meias vermelhas e joga fora?
Mas o menino das meias vermelhas explicou:
-É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando estas meias vermelhas. Quando ela passar por mim, vai me encontrar e me levará com ela.
· Quais são as nossas (as minhas e as suas ) meias vermelhas? Que situações “perdidas” carregamos conosco diariamente e que sensações de conforto elas nos trazem? Qual é o “sabor” que a sua meia vermelha tem???
Um grande abraço.
Óbvio que não vou deixar de gostar de cozinhar e tão pouco jogar meu livro de saladas ou este que acabo de ganhar no lixo, apenas vou tentar ter um novo olhar sobre o ato de cozinhar. Vou continuar gostando de cozinhar sim, mas não com o intuito de oferecer carinho, mas com o prazer pela alquimia da cozinha e para meus convidados, apenas o prazer de saborear aquilo que eu preparar. O carinho é melhor entregar sobre a forma de palavras, abraços, beijos, etc.
Como meta para emagrecer no natal, tenho conseguido me comportar bem. Ontem tive aulão de natal na academia e em meio à musses de maracujá, pavês de chocolate, rabanadas, pães de queijo, quiches, salgadinhos, patês e uma lista imensa de guloseimas, escolhi comer do sanduiche que eu mesma levei que foi feito com molho à base de mostarda e orégano com um pouco de azeite extra virgem, queijo prato ligth e mortadela defumada ligth junto com tomate e alface e azeitona verde decorando. Somados aos dois pedações de sanduiche (mais ou menos meio pão francês) um pequeno pão de queijo e uma rabanada com dois copos de coca cola zero. Embora não tenha observado tanto a mastigação e tenha comido depressa demais, consegui observar a saciedade,até porque a impus ao meu corpo e minha mente tão logo os dois pedaços de sanduiche, a rabanada e o pão de queijo tenham chegado ao estômago. Participei do social sem comer e me despedi sem lamentar estar deixando a comida pra trás. Saí com meu namorado e à noite cometi um pecadinho: embora na hora da fome física, acabei comendo um pouco à mais de chocotone, mas como foi na fome física tudo mais ou menos certo. Mas assim que acabei de comer, vi que tinha comido demais e sei que fiz isso porque não dei atenção à mastigação, esse é todo o segredo!!!
Não sei se vou conseguir postar à tempo, de qualquer forma, desejo que todas vocês tenham um felicíssimo natal e uma ceia vitoriosa, onde possamos ser donas de nossas escolhas e desejos!
Termino a postagem de hoje, com uma mensagem que está no livro que ganhei. Foi a primeira das muitas mensagens que foram lidas pela Ana Maria Braga nos 10 anos de “Mais você” e justamente por isto, está no livro. Talvez eu tenha interpretado errado, mas como diz Mário Quintana: “quando se pergunta o que o autor quis dizer, ou o autor ou o leitor são burros”, usei minha inteligência:
O menino das meias vermelhas – Heitor Cony
Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito, mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa. Os outros guris zombavam dele, implicando com as meias vermelhas que ele usava.
Um dia, perguntaram por que o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas. Ele contou com simplicidade:
- No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim estas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia rir de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que, se eu me perdesse, bastaria ela olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela.
Os garotos retrucaram:
- Você não está num circo! Por que não tira essas meias vermelhas e joga fora?
Mas o menino das meias vermelhas explicou:
-É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando estas meias vermelhas. Quando ela passar por mim, vai me encontrar e me levará com ela.
· Quais são as nossas (as minhas e as suas ) meias vermelhas? Que situações “perdidas” carregamos conosco diariamente e que sensações de conforto elas nos trazem? Qual é o “sabor” que a sua meia vermelha tem???
Um grande abraço.
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